Brasil ocupa do 2º ao 6º na WSL 2026, mas quem lidera é um italiano
O novo formato por pontos chegou, o líder é o italiano Leonardo Fioravanti e os brasileiros ocupam do 2º ao 6º lugar. Entenda o que está em jogo na temporada 2026 da WSL.

Nunca o surf brasileiro esteve tão forte, e ao mesmo tempo tão perto de um vice. Depois da etapa de Saquarema, o ranking do Championship Tour 2026 conta uma história curiosa: da 2ª à 6ª colocação, é tudo Brasil (Yago Dora, Italo Ferreira, Gabriel Medina e companhia). O problema? Na ponta, quem veste a lycra amarela de líder é o italiano Leonardo Fioravanti.
O novo formato mudou o jogo
Em 2026 a WSL aposentou o WSL Finals, aquela decisão de título em um único dia, e voltou ao modelo de pontos corridos ao longo do ano. São 12 etapas em 9 países, ao longo de nove meses, e o campeão será quem somar mais pontos na temporada. A grande final volta para as ondas históricas de Pipeline, no Havaí. Depois das nove primeiras etapas o pelotão encolhe: dos 36 homens e 24 mulheres, sobram 24 e 16 para as duas últimas paradas, em Abu Dhabi e Portugal.
Na prática, isso significa regularidade. Não adianta brilhar em uma etapa e sumir na outra. E é aí que mora a virada de chave para a Armada: com tanta gente no top 6, o Brasil tem várias cartas na mesa para brigar pelo título ponto a ponto.
A Armada em ação
Quer ver o nível da tropa verde e amarela? Dá o play nesse duelo do Medina em Saquarema, direto do canal oficial da WSL:
Yago Dora, atual campeão mundial, acabou de vencer em casa. Italo Ferreira segue sendo Italo, explosivo e imprevisível. Gabriel Medina, mesmo depois de altos e baixos, é sempre candidato quando o mar cresce. Some a isso os irmãos Pupo e você tem um pelotão que assusta qualquer rival.

Nem tudo é onda perfeita: a polêmica e a Olimpíada
Duas notícias mexeram com os bastidores. A primeira: a WSL anunciou uma etapa surpresa no meio da temporada (o provável palco é Cloud 9, nas Filipinas), e Gabriel Medina não gostou nada, resumindo a novidade em uma palavra, "piada". Calendário cheio contra abertura de novos mercados: o debate está posto.
A segunda é mais estratégica e afeta quem sonha com Los Angeles 2028: o surf terá menos vagas olímpicas via WSL. Serão apenas 10 vagas pelo ranking da liga, cinco no masculino e cinco no feminino, com limite de um atleta por país. A maioria das 48 vagas passará a ser disputada no ISA World Surfing Games de 2026, 2027 e 2028. Tradução: o caminho olímpico ficou mais democrático, e o circuito da WSL, sozinho, já não garante o passaporte.
O que vem por aí
A próxima etapa é em Teahupo'o, no Taiti (8 a 18 de agosto), onde as ondas separam os corajosos dos curiosos. Com pontos corridos e um pelotão verde e amarelo tão forte, dá pra sonhar alto. Só não dá pra vacilar.
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Perguntas frequentes
Quem lidera o ranking da WSL em 2026?
O italiano Leonardo Fioravanti, com os brasileiros ocupando da 2ª à 6ª posição após a etapa de Saquarema.
Como funciona o novo formato da WSL em 2026?
O título é decidido por pontos corridos ao longo do ano (fim do WSL Finals), com 12 etapas e a grande final em Pipeline.
Quantas etapas tem a temporada 2026?
São 12 etapas em 9 países. Após as 9 primeiras, o pelotão é reduzido para as duas últimas paradas, em Abu Dhabi e Portugal.
Por Redação Beach Show
Publicado em 06 de julho de 2026 por Redação Beach Show
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